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segunda-feira, 15 de junho de 2020

Cartilha ensina como aproveitar todo o alimento


Docentes e nutricionistas da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Representante do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA) lançaram a cartilha “Nada se perde, tudo se cozinha”, sobre o aproveitamento de alimentos.

Com o material, os autores pretendem facilitar o acesso a informação, “orientado pelas necessidades dos camponeses e pela relação entre saberes populares e conhecimento técnico-científico”, e garantir a soberania e segurança alimentar e nutricional.

A cartilha ensina boas práticas de fabricação, a técnica de branqueamento, receitas à base de frutas, hortaliças e de leite, ainda apresenta produtos elaborados a partir da gordura do leite e rotulagem de alimentos.

A lista de alimentos inclui abacate, banana, goiaba, abóbora, manga, abobrinha e  berinjela. Entre as receitas estão: rocambole de batata inglesa, sequilho de batata doce, polvilho doce, bolo de aipim, lasanha de abobrinha e doce de mamão verde com coco.

A UFBA e o MPA afirmam que, com a pandemia de Covid-19, surgiu a necessidade de processar os alimentos para diversificar seus usos, aumentar seu tempo de validade e ampliar a exploração do seu potencial de venda.

Clique aqui para fazer o download da cartilha.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Medidas simples ajudam a manter o coronavírus longe dos alimentos


Alimentos

A equipe do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) da Universidade de São Paulo (USP) divulgou um comunicado com o objetivo de esclarecer eventuais dúvidas da população sobre o papel dos alimentos na transmissão do novo coronavírus (SARS-CoV-2). O texto é assinado pelos professores Bernadette Dora Gombossy de Melo FrancoMariza Landgraf e Uelinton Pinto, todos especialistas em microbiologia de alimentos.

Importante ressaltar que o vírus não é um ser vivo e, portanto, não é capaz de se multiplicar nos alimentos, como fazem as bactérias. Vírus precisam infectar células para se replicar. O alimento ou sua embalagem são apenas veículos, ou seja, podem ter a superfície contaminada caso tenham sido manipulados por alguém com a doença, assim como uma maçaneta de porta ou qualquer outro objeto. Basta higienizar que não há problema”, explica Franco à Agência FAPESP.

Como explicam os pesquisadores, a transmissão do novo coronavírus ocorre principalmente por meio de gotículas e secreções que saem do trato respiratório superior (boca e nariz) de uma pessoa infectada (com ou sem sintomas) e atingem as mucosas (olhos, nariz e boca) de outros indivíduos. Pode ocorrer também pelo contato das mãos com superfícies contaminadas com o vírus, que pode ser transferido para os olhos, nariz e boca.

Nos surtos anteriores causados por coronavírus (SARS-CoV e MERS-CoV) não houve transmissão pelos alimentos e, segundo os cientistas do FoRC, não há razão para pensar que isso venha a acontecer no caso da COVID-19. “A ciência ainda não conseguiu determinar a origem do SARS-CoV-2, mas há cenários sugerindo que o vírus tenha se espalhado a partir de hospedeiros animais, como o morcego e o pangolim, talvez devido ao contato com esses animais ou mesmo sua ingestão. Mas não há qualquer evidência científica de que os animais de corte para consumo humano, como bovinos, aves ou suínos, sejam portadores ou tenham a doença causada pelo novo coronavírus. Mesmo assim, a Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo de carnes cruas ou malprocessadas seja evitado 

Medidas de proteção

A equipe do FoRC elencou medidas simples que podem ajudar a manter o SARS-CoV-2 longe da cozinha e da comida. Higienizar as mãos antes de comer ou manusear qualquer alimento é fundamental.

Em tempo de COVID-19, as recomendações de higiene e limpeza são as mesmas de sempre e devem ser seguidas criteriosamente. Bancadas, pias, louças e demais utensílios devem estar sempre limpos e secos, sem resíduos de alimentos. Geladeiras, freezers, fornos, fogão e demais eletrodomésticos devem ser limpos e higienizados com regularidade, com água, sabão e sanitizantes ou água sanitária. O mesmo vale para as paredes, chão e teto. Esses procedimentos evitam a presença dos microrganismos indesejáveis na cozinha, inclusive o coronavírus, e evitam a contaminação cruzada, ou seja, transferência de microrganismos de alimentos ou superfícies contaminados para alimentos não contaminados”, diz o texto.

As informações sobre o tempo de persistência do SARS-CoV-2 em diferentes superfícies são ainda controversas. Alguns estudos científicos com outros coronavírus indicam sua permanência em metal, plástico e vidro por até nove dias, enquanto outros estudos indicam tempos menores: 24 hora em papelão e três dias em metal ou plástico. No entanto, esses vírus são inativados em cerca de um minuto pelo contato com álcool etílico 62-71%, água oxigenada 0,5% ou hipoclorito de sódio 0,1%.

Para alimentos que serão consumidos crus, como os vegetais folhosos, a recomendação do FoRC é remover as folhas externas ou danificadas, separar as folhas uma a uma, lavá-las com água tratada abundante e deixá-las em imersão, por 15 minutos, em uma solução de água sanitária (uma colher de sopa diluída em um litro de água), lavando-as depois com água tratada corrente novamente. Para vegetais não folhosos e frutas, mesmo as que serão consumidas sem a casca, o procedimento deve ser o mesmo. Os produtos comerciais à base de cloro para desinfecção de vegetais são eficientes para eliminar a contaminação microbiana e prevenir a contaminação cruzada. Esses procedimentos são eficientes contra bactérias e vírus. Não usar água sanitária que contenha outras substâncias na sua composição, pois podem ser tóxicas para o organismo humano. “O vinagre para fins culinários não tem efeito sanitizante”, esclarece o grupo.

O tratamento dos alimentos pelo calor, como cozimento e fritura, quando feito corretamente, elimina os vírus caso estejam contaminando o produto cru. No entanto, é preciso evitar uma nova contaminação após o aquecimento, principalmente se o alimento não for aquecido novamente antes de ser consumido. É importante também não deixar alimentos cozidos em contato com alimentos crus, para evitar a contaminação cruzada.

O consumo de refeições prontas entregues em domicílio, retiradas em balcões de atendimento ou por drive-thru requer cuidados extras. Recomenda-se optar por empresas de confiança e fazer a encomenda diretamente, por telefone ou aplicativos, evitando a interferência de intermediários desconhecidos. Sempre que possível, optar por embalagens de papelão, pois acredita-se que o vírus resiste por menos tempo em papel do que em plástico ou alumínio. Deve ser feita a desinfecção das embalagens antes de abri-las, com água e sabão ou álcool em gel. Não consumir produtos com embalagem violada.

Os pesquisadores recomendam ainda evitar o contato pessoal com o entregador das refeições. As empresas de entregas a domicílio estão recomendando que os entregadores higienizem suas mãos com álcool em gel, um cuidado que diminui o risco, mas não o reduz a zero. O pagamento deve ser preferencialmente feito remotamente, por aplicativo. Deve-se evitar manusear dinheiro e ter cautela com uso de máquinas de cartão de crédito, que podem estar contaminadas, e higienizar as mãos ao finalizar.

Ao comprar produtos alimentícios – seja nos pontos de venda ou on-line – higienizar todas as embalagens e superfícies antes de guardá-los na geladeira ou na despensa e lavar muito bem as mãos ao terminar.

Mais informações estão disponíveis nos sites www.usp.br/forc e www.alimentossemmitos.com.br.

domingo, 31 de maio de 2020

Sistema Mandalla: um projeto auto-sustentável promissor para o Brasil

MANDALA um termo que vem ganhando força na agricultura de subsistência. Usado desde a antiguidade, lembra a relação homem-universo ou o sistema solar, com os planetas circulando ao redor do sol. Visa um melhor aproveitamento do espaço e dos recursos hídricos.

O que é?

A mandala nada mais é que uma sequência de canteiros circulares com um reservatório de água no centro. Esse sistema é utilizado por pequenos e médios agricultores e tem sido bem visto pelos ambientalistas por respeitar a natureza e reproduzir de forma simples o equilíbrio ambiental.

Tem como características a capacidade de criar um micro clica na área de cultivo, retendo por maior tempo a umidade, utilização de matéria orgânica como adubo e criação de uma relação entre animais e plantas.

Como funciona?

Na mandala, a água utilizada para irrigação é a do reservatório presente no centro do sistema. Nessa mesma água podem ser criados peixes e aves como patos, suas fezes servirão como fertilizantes para as plantas.

A mandala pode ter quantos canteiros circulares for desejado. Nos primeiros canteiros, mais próximos do reservatório de água, são cultivadas hortaliças, nos canteiros intermediários são cultivadas culturas anuais e nos últimos canteiros são cultivadas culturas perenes, como frutífera, ou são reservados à proteção ambiental com árvores nativas.

Onde são mais usadas?

Por enquanto o sistema de mandala está sendo mais explorado nas regiões mais secas do país, mas já existem exemplares em todo território nacional.

Quais as Vantagens do Sistema?

– Menor utilização de água para irrigação;

– Menor ocorrência de plantas daninhas e pragas;

– A área é aproveitada ao máximo;

– O sistema é orgânico;

– A qualidade dos produtos é maior em comparação ao sistema tradicional;

– É econômico;

– Necessita de pouca mão de obra;

– Pode ser explorado também em escala comercial.

Posso Fazer uma Mandala com Formato Diferente?

Além do sistema circular existe outro tipo de mandala, com forma de ferradura. Esse sistema é mais simples, ocupa menos espaço e tem o mesmo desempenho.

Para montar uma mandala em forma de ferradura basta riscar no chão uma ferradura, do tamanho que se deseja e em todo o perímetro abrir um sulco. Nesse sulco serão enterradas garrafas pet cheias de areia, ou telhas em pé, ou blocos de concreto, a fim de formar uma espécie de cerca.

Após cercar a mandala, basta adubar bem e plantar o que quiser. Esse modelo de ferradura também apresenta um micro clima em seu interior por conta dos cantos arredondados.

É um sistema de produção que, numa área bem pequena e cm poucos recursos, consegue garantir comida e gerar renda
As Diversidades de plantas atraem diversos insetos que polinizam e se autocontrolam.
         
   



segunda-feira, 25 de maio de 2020

Benefício da horta em casa


Benefícios da produção de hortas  incluem melhora da atenção e redução de sintomas de ansiedade e depressão

Jardinagem

A produção de hortas  é uma prática simples e que pode trazer diversos benefícios. Além do resultado palpável, que pode ser um belo jardim, uma flor que desabrocha na sua plantinha ou um alimento orgânico de sua própria produção, a jardinagem também pode ajudar a combater ansiedade e depressão, melhorar a atenção e até os seus níveis de vitamina D, caso você tenha um espaço ensolarado para plantar.

Uma revisão de estudos analisou 22 pesquisas sobre os efeitos da jardinagem e concluiu que a prática ajuda a promover redução da depressão, da ansiedade e até do índice de massa corporal, além de trazer um aumento da satisfação com a vida, da qualidade de vida e do senso de comunidade.

jardinagem foi especialmente benéfica para pessoas que participaram de grupos em que a técnica foi usada como método terapêutico, abordagem usada pelos profissionais de Terapia Ocupacional. Isso porque a jardinagem oferece uma abordagem indireta de sintomas, que acabam sendo combatidos aos poucos, conforme o paciente desenvolve habilidades de concentração e foco.

Três estudos avaliaram os entrevistados pouco antes e depois de atividades experimentais de jardinagem de curto prazo (confira os estudos: 12 e 3). Esses estudos mostraram que mesmo exercícios de curta duração (algumas horas) nos jardins podem fornecer uma influência benéfica instantânea na saúde. Alguns exemplos constatados foram reduções nos sintomas de depressão e ansiedade, embora não se saiba quanto tempo duram os resultados positivos após a jardinagem.

O contato com a terra parece ser uma das razões para essa melhora na saúde mental. Um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, mostra que o contato com uma bactéria presente na terra e no o húmus (um dos resultados da compostagem) funciona como um antidepressivo

Jardinagem

A sensação de bem-estar trazida pela jardinagem também foi constatada em um estudo da Universidade de Princeton. Os pesquisadores mediram os níveis de felicidade de praticantes de jardinagem doméstica, comparando com outras atividades de lazer cotidianas, como sair para jantar ou andar de bicicleta. Eles perceberam que o cultivo de vegetais trouxe mais satisfação que a jardinagem ornamental, provavelmente por conta da sensação de recompensa trazida pela possibilidade de comer um alimento que você mesmo cultivou.

Dentre as 15 atividades de lazer analisadas, a jardinagem ficou entre as 5 mais satisfatórias apontadas pelos participantes, sendo estatisticamente igual a andar de bicicleta, caminhar e comer fora. Além dos jardineiros de hortaliças, o incremento na sensação de bem-estar também se mostrou maior para jardineiros de baixa renda e para as mulheres. O estudo conclui que a jardinagem pode ter um impacto significativo na qualidade de vida dos moradores de cidade e que poderia ser incluída nos planos de urbanização e saúde pública.

Como praticar jardinagem?

Incluir a jardinagem na sua rotina é mais fácil do que pode parecer. Você não precisa de muito espaço e pode começar com um vasinho pequeno, depois ir ampliando seu jardim, conforme pegar gosto pela prática. Suculentas e algumas espécies ornamentais, como a espada-de-são-jorge ou o singônio, são ótimas opções para começar: elas não precisam de muitos cuidados e se dão bem em vários climas e ambientes

Se você pegar gosto pelas plantas, pode começar uma horta orgânica e cultivar seus próprios alimentos em casa. Quem tem mais espaço pode ir ampliando o jardim e variando os cultivos. Mas também é possível construir hortas verticais que não exigem muito espaço ou participar de uma horta urbana no seu bairro

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Fazendas Urbanas, alternativa para a segurança alimentar

Os seres humanos desde seus primórdios tem se reinventado constantemente, a fim de, manter – se soberana e dominante no planeta terra. A preocupação dessa soberania sempre esteve ligada a abundante oferta de alimentos para preservação e manutenção da sociedade. 
Recentemente o grupo Toshiba anunciou ao mundo sua visão do que será o futuro da humanidade e dos alimentos por meio das fazendas urbanas. Em um sistema radicalmente controlado, as promessas são vegetais tenros e crocantes, com visual não-mais-do-que-perfeito e ainda, tão limpos que não precisariam ser lavados. O novo produto “systems for factory farming” baseia – se na estratégia da agroindústria ao mercado de saúde e bem-estar, e inclui desde equipamentos para esterilização de água até uma nova linha de alfaces e saladas prontas. 
Por que plantar alface em uma sala esterilizada? “Por que é limpo” – dizem seus executivos. Tudo é extremamente controlado, incluindo pressão do ar, temperatura, luz, bactérias e poeira. Como resultado, a produção não precisa de pesticidas, não tem insetos e não precisa ser lavada antes de comer. Em uma direção completamente oposta à agroecologia, essas fazendas high-tech, que também tentam se posicionar como alternativa para produção de alimentos (até mesmo orgânicos!) em meio as grandes cidades. Mas será que vale a pena? Exagero ou tendência? Enfim, somente o futuro responderá dado as necessidades da preservação da espécie humana.

Mas a criação de um ambiente urbano em que as populações humanas tenham acesso a maior parte de seus alimentos ao lado de sua residência não apresenta mais tantas dificuldades tecnológicas, mas dificuldades ideológicas, culturais, institucionais e de incentivo governamental e privado. Aliás a filosofia de atuação mercadológica próxima aos consumidores (clientes) é a forma principal de atuação das Fazenda urbanas. 
Esse modelo num delimitado raio ou espaço geográfico tem estabelecido níveis maiores de relação e confiança entre a agroindústria e o consumidor (cliente). Logo o foco da fazenda urbana está pautado na proximidade, a fidelização, a segurança, a continuidade e a excelência do produto e na relação transparente junto ao consumidor final.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Morango, a delicadeza de uma fruta

Em se tratando de consumo, o morango é uma espécie extremamente benéfica para o corpo, rico em antioxidantes, vitamina A, C, E, B5 e B6, cálcio ferro e minerais. Estes nutrientes são bons tanto para os músculos, quanto para o cérebro e coração, reduzindo a pressão arterial, prevenindo o câncer e melhorando os processos cognitivos. Todos esses benefícios estão alinhados ao baixo número de calorias, o que faz do morango uma fruta perfeita para manter a boa forma.

Existem diversas formas para se plantar morangos, neste texto falaremos de como plantar morango em vaso, porém, esta não é a única forma de cultivo da espécie. É possível realizar o plantio diretamente na terra ou, além dos vasos, em outros recipientes, como cano de PVC, garrafas PET, cachepôs, entre outros



Os morangos devem ser plantados preferencialmente, no período entre o fim do verão e o fim do outono, de acordo com a região em que será realizado plantio. 





O morango é uma planta que se adapta bem há diversas faixas de temperaturas, o que o torna uma ffrutas  ótima para ser cultivada em diversas regiões brasileiras. Contudo, existem algumas ressalvas, por mais adaptável que seja, o ideal é que durante o período de frutificação a temperatura não ultrapasse os 22ºC. Por outro lado, também é possível o cultivo em locais nos quais o termômetro supere a temperatura ideal. Em regiões em que o inverno é mais caloroso basta colocar as mudas de morango em um ambiente refrigerado, (dentro de casa) durante 15 a 20 dias antes de plantá-las.

A luminosidade também é uma questão importante a ser considerada ao escolher a variedade de morango a ser plantada, isso por que a maior parte dos morangos são fotossensíveis, ou seja, não suportam um grande número de horas diárias expostas à luz solar, mas fique atento, pois mesmo que não possa ficar exposto por muitas horas, a luz do sol direta ainda é importante para o desenvolvimento da planta.


Além dos pontos citados anteriormente, o cuidado com o solo é algo fundamental antes de saber como plantar morango em vaso, o solo deve estar bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica, esse material é encontrado facilmente em lojas de jardinagem em sua região 

Dito tudo isso então vamos ao que interessa, vejamos como os morangos devem ser plantados em vasos:

Compre a Muda ou o Estolão  Dificilmente o morango será cultivado através de sementes em um ambiente doméstico, a técnica mais comum é através da compra de mudas ou estolões;

Saiba Época de Plantar – Os morangos devem ser plantados entre o final do verão e no final do outono;

Vaso – O vaso deve ter entre 40 e 45 cm de largura por 20 cm de profundidade, faça furos no fundo para o escoamento da água;

Transplante Retire as plantas do plástico preto e a leve para o vaso, cave um buraco profundo o suficiente para acomodar as raízes e cubra com a terra previamente retirada. Deixe o caule mais espesso um pouco acima da superfície e plante as mudas com um espaço de 25 a 30 cm entre elas.



Assim como o processo de como plantar morango em vaso, os cuidados com as mudas são igualmente simples, somando aos pontos já levantados, deixar sua planta protegida do vento e prestar atenção nas ervas daninhas são cruciais para o seu desenvolvimento. Os morangos são plantas de ciclo de vida perene, dão frutos já no primeiro ano e sobrevivem por aproximadamente cinco anos, frutificando.

O morangueiro poderá ser irrigado por aspersão, por gotejamento e de forma localizada, sendo que estas últimas têm a vantagem de economizar água

Além disto, não propicia o ambiente úmido na cultura que propicia o aparecimento de doenças fúngicas


Em.breve estaria trazendo aqui em.nosso blog a minha pequena plantação em vaso 


segunda-feira, 11 de maio de 2020

O poder da Couve

Hoje falaremos sobre o cultivo de Couve, hortaliça pertence a família das Brassicaceae, a mesma do repolho, couve flor e brócolis, que se diferencia dessas outras pelo sabor, textura e por não formar cabeças, sendo colhidas folhas separadas, vigorosas que saem do caule e se tornam maiores, com o tempo.

              A COUVE faz muito bem a saúde possuindo diversas vitaminas tais como A , B1, B2, B3, B5 e K , além de muitas serventias para nosso organismo, tais como o efeito antioxidante, que bloqueia a ação de radicais livres nas nossas células, combatendo a produção de células cancerígenas que podem atacar nosso organismo. Além disso tem propriedades anti inflamatórias, reduz o colesterol e mantem nossos ossos e dentes sadios.



              O solo mais adequado ao plantio de Couve é aquele bem drenado, rico em matéria orgânica, onde o pH esteja por volta de 6,0 a 6,8 sendo mantido sempre úmido nunca encharcado.

             O clima mais adequado ao cultivo desta hortaliça é o frio, a temperatura ideal para o cultivo está entre 4 a 20 ° C, em temperaturas elevadas o cultivo ocorre mas as folhas ficam menores, mais feias e com sabor diferenciado. Por isso nos lugares mais quentes do Brasil o ideal é cultiva-la no inverno.


                  Podemos plantar a couve por dois métodos diversos: o primeiro padrão consiste em germinar sementes para criação de mudas:

                Para germinar as sementes utilizamos as sementeiras, padrão, tais como copinhos, jornais ou tubos de papel higiênico, furado em baixo para escoar a água e completamos esses recipientes com nosso mistura para germinação que consiste em 70% de húmus de minhoca ou substrato leve e 30 % de vermiculita ou areia média de construção, dessa forma colocamos cerca de 3 sementes em cada célula e cobrimos com 1 cm de terra, aguardando a germinação!

                          Mantendo a umidade Em cerca de 10 dias ocorre a germinação e em 30 a 35 dias já temos uma muda padrão com cerca de 10 a 15 cm com torrão pronta para o transplante.

                         Desbaste as mudas menores e mais feias e retire as melhores com a maior porção de terra e raízes possível, Forme mudas padrão extraindo das sementeiras as plantas mais vigorosas.

 Outra forma muito eficaz de se propagar mudas de Couve sem ter que plantar sementes, é por estaquia de brotos laterais, dessa forma basta retirar um pequeno broto de aproximadamente 0,5 centímetro de diâmetro e 15 cm de comprimento e fincar na mesma mistura usada para germinação dentro de uma garrafa pet furada em baixo e esperar 30 dias até  o enraizamento para poder replantar em local

A planta pode ser cultivada em canteiros ou em Vasos de no mínimo 15 litros, durante o cultivo principalmente em épocas de maior umidade tente não regar as folhas da planta para evitar a incidência de fungos e pulgões, estufas são ideais para afastar as pragas.

    A colheita é feita por volta de  noventa dias após o inicio e a dica básica é sempre ir retirando as folhas de baixo mais velhas mantendo pelo menos 5 folhinhas no pé para não enfraquecer a planta e caso o pé de couve fique muito alto, podemos podar o cume da planta para fortalecer o crescimento dos brotos laterais. para propagação.


Usar bitucas de cigarro para fabricar tijolos é opção econômica e ecológica

Reciclar bitucas de cigarro  pode ser uma boa opção para economizar energia e ainda resolver um problema global de lixo. Pesquisadores e ind...